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quarta-feira, 13 de junho de 2018

O que os cebolas rifam!

A terra dos ceboleiros é nacionalmente conhecida como a Terra dos Caminhoneiros, mas poderia muito bem ser chamada a Terra das Rifas ou quem sabe ser chamada a Terra dos Rifadores!

Quando criança (década de 60 do século XX) era comum aparecerem pessoas com loterias. Essas loterias eram cartelas onde constavam vários desenhos de quadrados e dentro desses quadrados eram colocados nomes de mulheres. Para as pessoas jogarem nessas loteria tinham de escolher algum desses nomes e escrever dentro do quadrado a própria identificação. Na parte superior desta cartela tinha um nome coberto por uma tarja opaca que depois de toda preenchida era retirada e o nome constante, embaixo desta tarja, era o nome sorteado e quem escolhia era o ganhador. Essa modalidade de loteria era feita com prêmios de pequenos valores e não durou muito tempo e hoje é raramente utilizada.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Os cebolas e a ofensa coletiva anônima !

Na década de 80 do século XX, na cidade de Itabaiana, uma das maneiras de se ofender uma pessoa era chamá-la de viado (era como se pronunciava o vocábulo veado) e bastava o cara se chatear com alguém que soltava o verbo: seu viado safado. Essas agressões eram comuns nas discussões e na maioria das vezes os desentendidos ficavam somente na discussão daquele momento. No outro dia estava o dito pelo não dito e os desentendidos já estavam calmos e sem ofensas.

Nesta época não existia computador e muito menos internet, as ofensas eram ditas olho no olho e na grande maioria das vezes era feitas apenas para chatear uns aos outros. Por isso quase sempre não eram levadas a sério pelos ofendidos e nem pela plateia. Não tinha como fazer ofensas coletivas de maneira anônima, pelo menos era o que se pensava até aparecerem as famosas listas dos que supostamente (não foram identificados os autores do feito) eram os ditos viados (homossexuais) da cidade.

O que eram essas listas

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Antigas profissões dos cebolas XIV - Os vendedores de produtos milagrosos

Nas décadas de 60 e 70, do século XX, os meios de comunicação não conseguia atingir todo o território nacional e mesmo para aquelas regiões onde o sinal poderia ser captado tinha o problema que nem todo mundo tinha rádio e televisores eram muitos mais raros.

Em decorrência das dificuldades das pessoas se informarem, era comum aparecerem, nas feiras, todo tipo de gente (comprando e vendendo), todo tipo de produto e quem nem sempre tinham alguma utilidade. Era comum aparecerem pessoas vendendo produtos para cura de tudo que era tipo e os mais comuns eram os vendedores de produtos para cura de mordida de cobra e os vendedores de Diosgenine em Pó. 


Equipamento muito usado por vendedores ambulantes na década de 60-70 do século XX


Todos os dois tipos de vendedores tinham serviço de alto-falantes, usavam, na maioria das vezes um microfone amarrado no peito, sempre carregavam uma cobra e alguns deles se vestiam usando ternos.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Antigas profissões dos cebolas V - O vendedor ambulante de arroz-doce


O arroz-doce é uma iguaria que até hoje é vendida e consumida nas comunidades do Nordeste, mas é vendida juntamente com outras iguarias. Mesmo no meu tempo de criança já existiam vendas de arroz-doce, mingau de puba e mungunzá em pequenas bancas localizadas nas feiras e em locais de grande movimento. Mas o vendedor de arroz-doce ambulante faz tempo que sumiu das feiras onde era frequentemente encontrado.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A Feira de Itabaiana XV - Fazendo a Feira !

Uma das coisas mais tradicionais na Cidade de Itabaiana é as pessoas irem fazer a feira, mas quem realmente faz a feira? Quem compra ou quem vende?

Desde criança sempre imaginei a feira sendo uma porção de bancas expondo mercadorias para serem vendidas, as pessoas que colocam que transportam as mercadorias (na época era feita quase em sua totalidade por carroceiros), as que colocavam as banca eram os responsáveis de fazerem a feira! Mas tem o problema de quem vai comprar e diz na realidade que vai fazer feira! Mas quem faz a feira?

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A Feira de Itabaiana XIV - A Feira das miudezas

Hoje não existe essa feira e a grande maioria das pessoas sequer sabe o que significa. O próprio nome já diz do que se trata, que é a venda de produtos miúdos e não existia especificamente um produto e sim uma variedade de produtos. Nesta feira se vendia produtos de perfumaria, de beleza, de costura, pequenas roupas e até alguns produtos utilizados nas cozinhas.

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Banca de camelô muito semelhante as de miudeza que existiam na Feira de Itabaiana
Com o passar do tempo essa feira foi sumindo devido o surgimento de lojas especializadas em vendas destes produtos e como exemplo podemos citar o surgimentos de Lojas de Cosméticos (vendem produtos de beleza e perfumaria) que passaram a oferecer uma maior e melhor variedade.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A Feira de Itabaiana XIII - A Feira das roupas e dos tecidos

Eram duas filas de bancas dentro da feira, mas verdadeiras lojas equipadas com balcões, algumas tinham prateleiras na parte dos fundos (algumas tinhas ao lado) iguais as que existiam nas lojas (ainda existem em algumas lojas). As roupas e os tecidos eram de boa qualidade e na grande maioria vindas de fábricas do sudeste do país.

A grande maioria da bancas vendia roupas masculinas que eram dobradas, separadas por números e acondicionadas nas estantes e igualmente arrumadas nas estantes eram as peças de panos (rolos de panos). Muitas vezes ouvi as pessoas perguntarem pelo preço do tergal. As peças de roupas eram vendidas no metro e eram utilizadas trenas métricas (na maioria das vezes madeira) e, como não poderia deixar de ser, sempre exista a figura da tesoura.

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As bancas de venda de roupas (calças e camisas) e tecidos tinhas a arrumação e instantes iguas a da fotografia.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A Feira de Itabaiana XII - A Feira dos cereais

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Concha era o equipamento usado par
encher os sacos as embalagens com
cereais
Embora existisse a Feira das Farinhas, existia o que chamávamos de Feira dos Cereais. Na realidade um grupo de bancas que variava entre cinco ou seis bancas. Deixar claro que o número de bancas em qualquer feira varia de acordo com a época do ano.

O que me deixava impressionado era a qualidade dessas bancas que pareciam verdadeiras mercearias montadas e desmontadas para venda somente no dia da feira. As bancas eram compostas de três bancas com mais ou menos 30 centímetros de altura, onde eram colocados sacos, em sua maioria, com noventa quilos e cobertura forrada com lona de caminhão. Uma banca maior era colocada a frente, uma menor do lado direito, outra do lado esquerdo e pelos fundos o local de entrada e saída dos vendedores (geralmente só trabalhavam os proprietários juntamente com a família). Mediam aproximadamente quatro metros de largura por quatro metros de comprimento e de altura variável.

domingo, 11 de setembro de 2016

O voto de cabresto dos cebolas

Quando passei no vestibular e fui estudar na Universidade (UFS), década de 80 do século XX) entrei em contato com diversos colegas que viviam em várias cidades. Era comuns essas pessoas tocarem no assunto política e a cidade preferencial, para este assunto, era justamente a política de Itabaiana.

Uma das coisas que mais se comentava era como se mantinha os chamados currais eleitorais e a que sempre me chamou a atenção é que grande parte desses novos colegas sempre me perguntavam qual o líder político foi o meu padrinho de batismo. Eu achava a pergunta estranha, já que os meus padrinhos de batismo não eram políticos, mas depois de perguntar a vários desses colegas que estudavam na universidade descobri que muitos realmente eram batizados pelo líder politico por ocasião do nascimento dos mesmos!.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A Feira de Itabaiana XI - As pequenas feiras

As pequenas feiras eram na realidade venda de produtos que surgiam e sumiam com o período das safras. Entre os produtos que mais se destacavam eram: o milho, banana e jaca.

O milho aparecia (sempre aparece) no período das festas juninas e a maioria dos vendedores se concentrava no final da pedra do Largo José do Prado franco e início da Avenida Otoniel Dória. Eram vendidos jogados no chão por cima de lonas e no final do dia ficava a pedra da feira e as ruas próximas sujas de palhas.

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O milho sempre aparece no período das festas juninas e são geralmente
 vendidos no chão. No final ds vendas deixam as palhas espalhadas pelas
 redondezas.
As bananas eram vendidas em quase toda a feira, mas a grande concentração em número e espécies era na pedra do Largo José do Prado Franco, se colocando logo depois da Feira dos Fato, ficando bem em frente a Câmara Municipal dos Vereadores.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Feira de Itabaiana X - A Feira das trocas

A mais antiga de todas as feiras e que deu origem as feiras atuais. Quando ainda não existia a moeda, como padrão de troca de produtos ou serviços, as pessoas iam para as feiras para trocarem os produtos. É claro que a quantidade de produtos diferentes e com valores diferentes dificultavam a trocas entre eles. Mas, a simplicidade do consumo nas primeiras sociedades também facilitava a troca e com a exigência de uma sociedade mais organizada foi que aparecem as moedas como padrão de trocas.
Feira das trocas que atualmente é realizada em frente ao Estádio Eltevino Mendonça.
Foto conseguida na Itnet.
Essa feira é a ovelha negra das feiras apesar de ser a mãe de todas as feiras. Em Itabaiana essa feira é a mais itinerante de todas. A primeira feira das trocas, em Itabaiana, que tenho notícias ficava bem no finalzinho do largo José do Prado Franco, depois foi expulsa para uma parte já aterrada do Tanque do Povo, bem ao fundo da Quadra do Glai (onde fica a parte dos fundos do atual mercadão), logo depois essa feira foi se instalar em frente ao Estádio Presidente Médici (hoje Estádio Eltevino Mendonça) e a última vez que estive nessa Feria foi na praça ao lado do Colégio Airton Teles. Hoje a feira se localiza, mais uma vez, em frente ao Estádio Presidente Médici (atual Estádio Eltevino Mendonça)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A Feira de Itabaiana IX - A Feira das panelas


Diversos produtos artesanais feitos de barros
Os produtos vendidos nesta feira certamente são uns dos primeiros a criar motivo para o surgimento das feiras. É uma espécie de irmão rejeitado pelas demais feiras e por isso fica a ideia de uma feira itinerante dentro da feira. Primeiramente esta feira ficava na pedra do Largo Santo Antônio, depois foi transferida para a pedra principal do Largo José do Prado Franco, para depois ser transferida para a pedra (no mesmo largo José do Prado Franco) em frente ao vapor de Seu João e finalmente está até hoje ocupando espaço em via pública na Av. Otoniel Dória.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Feira de Itabaiana VIII - A Feira das carnes


O Mercado como era antigamente

O mercado como é hoje
Um fato interessante é que para a população de Itabaiana não existia a Feira das Carnes. Todo mundo saia de casa para fazer feira e passar no mercado para comprar carne! Nunca ouvi alguém falar que ia para Feira da Carne! Os miúdos dos boi e dos porcos eram vendidos no Largo José do Prado Franco (Feira dos Fato), mas as carnes de boi e porco eram vendidas totalmente nos dois mercados. Outro fato interessante é que os mercados eram registrados como Mercados de Talho e nunca ouvi alguém mencionar o mercado com esse nome.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A Feira de Itabaiana VII - A Feira dos “Fato”

Nesta feira eram vendidos, em grande maioria, os miúdos do boi e do porco (também conhecidos como bofe), tais como: tripa, fígado, rins, bucho, língua, rabada, mocotó, etc. 

As pessoas costumavam tirar gozação com quem consumia os produtos vendidos nesta feira, alegando que eram produtos de segunda qualidade e eram somente para pessoas de baixa renda. É bom lembrar que embora fosse a Feira dos Fato, nela se vendia charque (jabá), linguiça, caranguejo (quando aparecia), tinha duas bancas de peixes onde se podia comprar pilombeta, sardinha e cumatá (eram os mais vendidos). Todos esses produtos eram considerados produtos de consumo para pessoas pobres e atualmente, por ironia, são considerados produtos de primeira qualidade, consumidos por pessoas de classe média e nem sempre tão acessíveis as pessoas mais humildes.

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Jabá
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Mocotó
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Miúdos para sarapatel
A feira carecia de higiene e eram vendidos em bancas feitas de madeira no largo José do Prado Franco, em frente ao Mercado da Carne, por um lado

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A Feira de Itabaiana VI - A Feira dos Sapatos

Ocupava parte do Beco dos Cocos e uma parte ficava dentro do Mercado das Carnes, entre a feira das farinhas e a de venda de carnes. O interessante é que nessa época existia uma banca dentro do mercado que vendia jóias e ficava bem no meio das bancas de vendas de calçados!
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Os sapatos e sandálias que eram vendidos nestas bancas eram de fabricação local das fabriquetas de fundo de quintal existentes na cidade. Entre os principais

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A Feira de Itabaiana V - A Feira dos Jogos

O número de bancas de jogos nesta feira era muito variável de uma feira para outra, mas era composta de uma única fila. Essa feira tinha uma característica muito peculiar: essa sumia, do Largo Santo Antônio, durante o mês de dezembro e aparecia na chamada Feiras de Natal (com um maior número de bancas e tipos de jogos), acompanhadas com os brinquedos peculiares a esta feira que na realidade é uma festa religiosa, apesar da grande quantidade de jogos de azar.

Os tipos de jogos mais praticados eram Pio, Roleta e Bingo. Existam outros tipos de jogos, mas os três citados eram os que sempre apareciam nas feiras e eram sempre as mais procurados.

Jogos de Pio (de Dados)


Eram basicamente de dois tipos. Um que se jogava dois pios rolando (se dizia bater o pio) em uma mesa feita, especialmente para esse jogo, e quem conseguia o maior número somando os dois pios era o vencedor (existiam variações mas esse tipo era o mais comum). O outro era uma mesa com seis números desenhados (de um a seis) e o banqueiro tinha uma caneca de couro, com cinco pios que era balançada e postada na mesa com a boca virada para baixo, era retirada a caneca, os pios as amostra com mais de um naipe eram pagos aos jogadores que apostavam nos número (eram colocadas fichas nos número), as fichas eram pagas com outras fichas pela quantidade de naipes daquele

terça-feira, 19 de julho de 2016

A Feira de Itabaiana IV : A Feira dos Manuês

Essa feira tinha esse nome por ser o único local onde se vendia Manuês , mas se vendia de tudo relacionando ao bom café da manhã com iguarias nordestinas, tais como: cuscuz, macaxeira, inhame com carne de sol, pé-de-moleque, beijus, etc.

Era nessa feita onde a grande maioria dos vendedores, de outras mercadorias, costumava comprar o café da manhã. Tinha a vantagem de ser um serviço personalizado, de pronta entrega para os clientes costumas e era comum o café da manhã ser levado até a banca do vendedor cliente.

Não existia as atuais formas de bolo redonda de alumínio com o bico no meio. As formas eram latas de goiabadas ou bananadas reaproveitadas.

Embora manuês tenha um sentido dicionarizado de significar Bolo de Milho ou Bolo de Mandioca, as pessoas sempre diziam que iam comprar manuês de

sábado, 9 de julho de 2016

A Feira de Itabaiana III - A Feira das Verduras

Final de feira no meio da semana (uma quarta-feira). Década de 70 do século XX.
 Foto conseguida no grupo Facebook Itabaiana Grande
Ficava em frente ao Supermercado GBarbosa, era a feira mais movimentada de todas, consequentemente a mais banguçada, mais suja e muito mais suja nos dias de chuva! Vez em quando os fiscais eram chamados para realinhar as filas das bancas devido o excesso de puxadinhos. Era comum usar caixotes de

quarta-feira, 29 de junho de 2016

A Feira de Itabaiana II - A feira das farinhas

A farinha era vendida em sacos semelhantes aos da foto acima.
A Feira das Farinhas eram duas! Um ficava dentro do mercado e a outra ficava na Pedra da Feira (Largo Santo Antônio), bem em frente onde ficava o Banco do Estado de Sergipe e essa não era tão somente Feira das Farinhas. Vendia-se inhame,

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O CONTO DO RELÓGIO DA IGREJA

Vladimir Souza Carvalho /// Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras. O Correio de Sergipe do dia 17 de maio de 2014 publicou:

Foto de Antônio Francisco de Jesus
Rifa não faltava. Rifava-se tudo, até dinheiro. Uma vez, papai se viu compelido a comprar um bilhete. Ganhou. Uma camisa, de manga comprida, um vermelho leve com tiras pretas, mais ou menos como se fosse de festejos juninos. Fiquei com a camisa, que beleza, uma a mais que vesti pra chuchu, nos dias de sábado e domingo, à noite, para ir a praça ou ao cinema. Rifa era o que aparecia, à noite, no bar Brasília, o rifador com o papel, colhendo assinaturas e recebendo o pagamento, rifas sérias, que corriam assim que todos os números fossem vendidos, o resultado sendo comunicado aos que bilhete adquiriam.

O maior rifador daqueles tempos foi Juvino Preto, ou Aruvim, como era chamado, morador de casa vizinha a de Zé Gordinho, na rua da Vitória. De charuto na boca, camisas de manga comprida, organizava o que se chamava, à época, de balaio, e saia numa carroça, para todo mundo vê-lo, adquirindo, assim, o bilhete. Tinha a confiança de