quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O PELEGO

Quando tinha dezesseis anos, morava no Conjunto General João Pereira (Itabaiana-SE). Nesta época, eu e minha mãe, vendíamos nas feiras(uma na quarta e outra no sábado). Eu costumava ir para a feira entre duas e três da manhã e raramente voltava para casa e ficava aguardando enquanto minha mãe chegava ao amanhecer.

Para ir a feira, eu sempre utilizava o caminho que passava pelo lado do Hospital Rodrigues Dórea (atualmente se chama Hospital Dr. Pedro Garcia Moreno) e passava por uma baixada e depois subia em direção a Rua do Fato (Rua Itaporanga). Nesta baixada tinha um riacho (na realidade um esgoto) e sobre o riacho tinha uma pinguela (um tronco de árvore atravessado que possibilitava a passagem sem pisar na água).

sábado, 16 de novembro de 2013

O ÚLTIMO DOS LOBISOMENS

Os tempos vão mudando, a tecnologia evoluindo e as pessoas também mudam acompanhando essa evolução. Alias, até os lobisomem tiveram de se adaptar a novas tecnologias!

Desde criança, as histórias sobre lobisomem, seres que sempre aparecem em noites de lua cheia, de uma força descomunal e que assustava os andarilhos noturnos. Isso até que um senhor em uma dessas rodas de conversas, que se conta causos extraordinários, me falou que não era bem assim (década de oitenta do século XX).

Ele disse que uma vez voltando do colégio (estudava a noite) foi interpelado por um desses lobisomem e acabou dando uma facada no suposto e afirmou que na semana anterior (anterior a semana da conversa) tinha visto um lobisomem quando voltava para casa.