sábado, 25 de janeiro de 2014

O GRILO JOGADOR

Quando entrei no chamado ginasial tinha apenas 10 anos de idade e o colégio CEMB (Colégio Estadual Murilo Braga) tinha somente uma quadra esportiva para prática de Educação Física. Mas o governo resolveu construir mais uma quadra e lá se vai propaganda massiva. Não se falava outra coisa no colégio e como o colégio era uma espécie de alma viva da cidade de Itabaiana (SE), toda a cidade estava a par do fato.


Uma quadra poliesportiva!

O local escolhido, para construção, foi ao lado da quadra existente e hoje no local (das duas quadras) existe o Ginásio de Esporte José Milton Machado (O Militão). A quadra existente era de cimento liso, sem divisões e com travessões fixos. A nova quadra foi construída entre a quadra existente e o muro dos fundo do colégio, de cimento crespo (aconselhável o atleta não cair), dividida em quadrado (para evitar rachaduras com a dilatação) , tinhas traves móveis, suporte para prática de basquetebol, tinha desenho para pratica de handebol, futebol de salão e era cercada por canos! Os canos não tinha rede de metal como era e é comum nos alambrados que cercam locais fechados.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O MÚSICO DOIDO!!!


As vezes algumas coisas passam a vida inteira para que a gente saiba por que ocorreu. Tem um colega que, Professor de História, sempre o chamo de doido. Eu só não, alguns colegas que no passado tocaram na Banda Marcial do Colégio Estadual Murilo Braga.

Os anos se passaram, eu me formei em Licenciatura Plena - Geografia, fui morar em Aracaju e ele foi pelo mesmo caminho, só que se formou em Licenciatura Plena - História.

Certo dia eu estava entrando no CEMB (Colégio Estadual Murilo Braga), lá vinha ele e de lá: Antônio Carlos, e aí, tudo bom? E eu respondi: “oi X doido, tudo bem?”. Ele se aproximou e me fez a seguinte pergunta : rapaz, depois que passeia tocar na banda, alguns colegas sempre me chamam de doido, só que nunca me explicaram porque? E eu: Não sabe?

A explicação
Quando ainda tocávamos no colégio (na Banda Marcial), toda vez que saíamos do colégio, depois dos ensaios, saíamos em grupos. Você sempre foi o mais brincalhão de todos, o mais introvertido, algumas vezes vocês sempre brincava com os garotos, cumprimentava a todos que passavam e as vezes colocava os cachorros para correrem . Pelo menos duas vezes eu vi você colocar o mesmo cachorro para correr e ameaçando o bater no mesmo com o clarinete!!!.

Ele olhou surpreso, e falou : rapaz , sabe que eu nunca tinha percebido e nunca soube por que sempre me chamavam de doido! E por que não me avisaram logo da primeira vez?

Como eu também fiquei surpreso pelo fato do mesmo não saber o motivo: quer dizer que você correu atrás daquele cachorro, ameaçou bater com o clarinete e não percebeu o que estava fazendo? Ele: não. Que eu perguntei: mas em uma dessas vezes eu escutei perfeitamente quando o Valtênio gritou com você: oh rapaz? Você tá doido é? Querendo bater o cachorro com o clarinete?” Foi a partir desse dia que sempre te chamaram de doido!!!

Não precisa dizer que a partir deste dia não mais o chamei de doido, até por que, atualmente, ele se tornou um bom professor de História e só agora ele sabe o motivo de ser chamado de doido. E mole?
Antônio Carlos Vieira
Licenciatura Plena - Geografia (UFS)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O SILÊNCIO DO SOM

Conhecido como trompete ou pistom
Quando estudava a 8ª série do primeiro grau (hoje 9ª série), tinha quinze anos de idade, fui convidado, com vários colegas, para aprender música. O professor de Matemática Gabriel e um dos colegas de turma (Valténio) resolveram colocar uma banda marcial no CEMB (Colégio Estadual Murilo Braga).

Comecei aprendendo um instrumento chamado trompa, as vezes tocava o surdo ou o tarol (em alguns locais é conhecido como caixa). Depois passei a tocar trompete (em alguns locais se chama pistom). Claro que passei a tocar trompete achando que dava mais visibilidade e sem falar que a pessoa tocando trompete conseguia ganhar algum dinheiro tocando em algumas festas.