quarta-feira, 9 de outubro de 2019

OS TRÊS CORAÇÕES



Certa vez, ao entrar em um bar, tinha um sujeito dando um discurso que achei interessante. Ele falava sobre as mulheres bonitas nas cidades que visitou e sempre era questionado onde ele encontrou tanta mulher nas cidades visitadas, já que (os presentes) visitaram essas cidades e nunca viam mulheres bonitas nas ditas cidades.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Feira livre de Itabaiana é patrimônio cultural imaterial de Sergipe


Por Assessoria da Parlamentar
Conhecida nacionalmente pela sua pluralidade e pujança, a feira livre de Itabaiana é patrimônio cultural imaterial de Sergipe. O título está assegurado através do Projeto de Lei 124/2019, de autoria da deputada estadual Maria Mendonça (PSDB), já aprovado pela Assembleia Legislativa de Sergipe e que, agora, aguarda sanção governamental.
“A feira livre é um fenômeno sociocultural que vai além do caráter comercial”, disse Maria, ressaltando que, no seu município, um local de passagem, semanalmente se transforma em um ambiente convidativo que atrai pessoas de vários lugares pela sua diversidade.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

A CARTA II (CONTINUAÇÃO)


Quando da época que eu era solicitado para escrever as famosas cartas, não existia tantas pessoas que sabiam ler e escrever, mas hoje o número de pessoas, sabendo ler escrever, aumentou bastante e é pequeno o número de pessoas Analfabetas Totais.

É muito menor o número de Analfabetos Totais (lembrar que existem os chamados Analfabetos Funcionais), mas em decorrência do grande número de pessoas que sabem ler e escrever, aumentou o grande número de corretores ortográficos. É fácil encontrar as pessoas que eu chamo de Corretores Ortográficos, que basta ver alguma coisa, que eles consideram errado nas regras gramaticais, já saem em voz alta e se vangloriando de tal feito. Essas pessoas quando indagadas por que a palavra está escrita errada, não sabem explicar porque a palavra está escrita errada, mas sabem que está escrita errada, ou seja, decoram as regras como se fossem robotizadas e ficam mais parecendo os corretores ortográficos digitais embutidos nos programas de edição de textos.

terça-feira, 23 de julho de 2019

A CARTA !


Quando era garoto, uma das coisas usadas para saber se o aluno estava sabendo ler e escrever era mandar ele escrever cartas e isso quando ainda estava estudando a chamada quarta série do primário. Lembro que era o orgulho dos pais terem filhos onde já sabiam escrever cartas !

Nesta época existiam o Ensino Primário e o Ginasial e para entrar na modalidade de Ensino Ginasial era obrigatório se fazer um Concurso de Admissão, que era uma espécie de vestibular.

Depois de ser aprovado neste tal de Concurso de Admissão, eu estudei o Ensino Ginasial e depois cursei o Ensino Médio. Neste período foi extinto o Concurso de Admissão, mas para entrar na universidade era necessário se fazer o Concurso Vestibular e na segunda tentativa consegui passar no vestibular.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Tinindo !

Certas palavras com o tempo vai perdendo o significado pelo esquecimento, mas existem alguns sinais que duram no tempo. Uma dessas palavras que se perderam no tempo é justamente a palavra tinindo (em algumas localidades as pessoas pronunciavam tinino) e que tem também o sinal que significa, mas a palavra foi sendo esquecida e o sinal ainda é muito utilizado, porém, a grande maioria das pessoas utilizam o sinal sem conhecer o termo.

Quem ouve alguém falando a palavra tinindo estranha, mas existem algumas palavras antigas que sobreviveram no tempo e uma delas é o nosso famoso oxente. Só que a palavra oxente significa admiração e se usa quando a pessoas fica surpresa com alguma coisa ou ação, mas não existe um sinal que demonstre o mesmo significado. Existe algumas localidades que em vez de usar o oxente se usa o vije Maria e às vezes usa-se somente o vije !

sexta-feira, 8 de março de 2019

Você tem um trinta e oito?

Nessas rodas de conversas todos tentam colocar suas experiências e cada um tenta dá uma ênfase ao que deseja contar.

Em umas dessas rodas de conversa um desses colega, era policial, entrou no assunto tentando mostrar as qualidades dele sobre o conhecimento de armas, mas o assunto do momento era sobre o novidade da época que era o surgimento dos computadores e nesse meio intervalo, uns comentavam sobre armas e outros sobre os ditos computadores. Os números, na realidade objetos, levou a uma confusão, onde alguns não sabiam sequer o que estava se comentado!

No meu caso, na época tinha adquirido um desses computadores que era identificado como um 386. Nesse meio tempo, o colega policial para, olha para mim e pergunta: e que tipo de arma é essa?