segunda-feira, 18 de maio de 2015

O sino mágico!

Quando passei no vestibular e fui estudar na UFS (Universidade Federal de Sergipe) existia e ainda existe um sino logo na entrada da cidade. Embora passasse pelos menos uma vez por semana no local, nunca tinha prestado atenção nos detalhes e sequer sabia quem tinha colocado naquele local.

Foto conseguida no Grupo Itabaiana Grande (FAcebook)
O sino não é mágico pelo fato de não ser notado por parte dos transeuntes do local. Era invisível pelo fato das pessoas se acostumarem passar no local, cotidianamente, que nem prestavam atenção no mesmo. Embora soubesse da existência, só recentemente percebi que é uma obra do Rotary Club de Itabaiana.

Na década de oitenta, era comum o grande número de ceboleiros estudando na UFS. O ponto de encontro comum na universidade era o restaurante. Na hora do almoço, os que iam ficar para as aulas a tarde, os que iam para o trabalho

terça-feira, 12 de maio de 2015

O CARTÃO POSTAL

Sempre que visitamos alguma cidade, uma das coisas que olharmos é a entrada principal da cidade. Mas estranhamente a grande maioria das cidades descuidam de sua(s) entradas e muitas tem pelo menos a preocupação de montar alguma coisa dando as boas vindas as que estão chegando de visita e desejando boa viagem aos que estão saindo. Em muitos casos, a entrada da cidade, é o cartão postal principal da cidade..

Quando visito minha terra natal, fico feliz que finalmente as autoridades e munícipes resolveram colocar uma entrada digna para a cidade e com um cartão postal mais digno.

Pórtico na atual entrada da cidade, mas que já não tão entrada da cidade.
Quando os visitante chega, a esse local, já percorreu mais de um quilômetro
 de área urbana.
Hoje a entrada principal, da cidade, é feita pela Av. Dr. Luiz Magalhães. Mas na minha adolescência, a entrada era pela Avenida Manoel Francisco Teles, depois entrava pela Rua Quintino Bocaiuva, passando pelo lado do CEMB (Colégio Estadual Murilo Braga) e ia

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Os Abandonos das Escolas Públicas


Escola Mun. Sebrão Sobrinho
Povoado Mundo Novo
 Itabaiana - Sergipe
Sempre estamos acostumados ouvir falar do abandono das Escolas Públicas pelo Poder Público. Analisando as críticas parei para observar e notei que não existe uma estatística de quantas escolas existem abandonadas (se existem não são divulgadas) e os motivos por que tais fatos ocorrem. E o mais interessante é que este abandono nem sempre parte do poder público, existe uma parcela de colaboração e cumplicidade dos moradores e usuários destas escolas. 

Como eram as Escolas Públicas

O que vou descriminar aqui é a minha experiência de vida, ocorrida no Estado de Sergipe e não uma pesquisa científica efetuada para tal.

Na década de sessenta as escolas, principalmente da Zona Rural, eram geralmente escolas com duas salas de aula e que normalmente só funcionava uma sala de aula. Era raro o funcionamento destas escolas com duas salas de aulas
 Já nas áreas urbanas, as escolas já tinham uma estrutura semelhante ao que conhecemos hoje, tinham várias salas de aulas, diretoria e geralmente mais de um professor/a.  A distribuição dos alunos nas escolas urbanas eram feitas por séries, idade e sexo. Já nas escolas Rurais não existiam essa distribuição, até por que os alunos ficavam todos em uma única sala e com uma única professora. 

 Uma particularidade da época era como os professores eram contratados (ainda não existia a figura do Concurso Público). Os professores eram contratados

domingo, 29 de março de 2015

Antigas profissões do cebolas XIII - Os Funileiros

No decorrer da história da humanidade existiu e ainda existem várias profissões. Umas existem desde os tempos remotos até os dias atuais e outras apareceram e desapareceram de acordo com a necessidade. 

Uma profissão (não reconhecida pelo Estado) muito importante na sociedade no início do século passado era a de Funileiro. O nome da profissão já nos induz que ele fabricava FUNIL. Na realidade, o funil era o produto mais procurado e fabricado por este profissional. Mas ele fabricava além do funil: candeeiro, ralador, latas (geralmente para o transporte de água), bicas, ratoeiras, brinquedos, etc.Eram verdadeiros artesões a serviço da comunidade.. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Os cebolas nos jogos de infância


Sempre gostei de jogos e comecei a jogar logo aos cinco anos de idade (1966 do século XX). O primeiro jogo que aprendi a jogar foi o chamado jogo de baralho “burro”. Que era considerado o jogo mais simples para essa modalidade. Mas durante minha vida vi jogos de vários tipos. Alguns já existentes na comunidade, outros importados de localidades distantes e outros criados pela imaginação dos moradores locais.

Grande parte desses jogos existia em várias cidades e iam sofrendo variações na distância e no tempo. Não vou falar de futebol por ser um esporte popularizado pela grande imprensa devido o motivo da seleção brasileira de futebol ter sido campeã mundial. Vou relatar apenas os jogos que eram praticados mais pelas crianças.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

CONSTRUÍNDO UMA TRAGÉDIA!


tanque_do_povo_ita.jpg
Tanque do Povo - Atual Mercadão
Na década de 70, do século XX, Itabaiana era uma pequena cidade com uma pequena população e uma pequena área urbana. Ruas estreitas, metade delas tinha pavimentação à paralelepípedo, as praças não eram pavimentas (algumas arborizadas), as casas tinham quintais grandes, muitas com cisternas e com muitas árvores frutíferas. Existiam casas com grandes quintais até mesmo no centro comercial da cidade. Como exemplo posso citar a Casa comercial Café Novo Horizonte que ficava bem em frente ao Largo Santo Antônio. Existiam dezenas de lagoas, nesta mesma Área Urbana, e a mais conhecida delas ficava justamente no centro comercial da cidade: O Tanque do Povo.