Não foi à toa que o jornalista Sebastião Nery não perdia o nosso coroné de vista! KkkkkkkkkkkkkkkE detalhe: a Lei...
Posted by José De Almeida Bispo on Quinta, 23 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Micarena em Itabaiana
segunda-feira, 1 de junho de 2015
JOSÉ BEZERRA.
Por Antônio Samarone
Sexta-feira, 30 de maio, a Academia Itabaianense de Letras dará pose a Antonio Amorosa, na cadeira que tem como Patrono o ator, mágico, cantor e palhaço José Bezerra. Aluno de Procópio Ferreira, montou um circo, e saiu pelo interior levando a arte circense e a novidade do teatro. O famoso Circo e Teatro José Bezerra, o Palácio de lona verde.
Texto replicado do grupo ITABAIANA CULTURAL
Sexta-feira, 30 de maio, a Academia Itabaianense de Letras dará pose a Antonio Amorosa, na cadeira que tem como Patrono o ator, mágico, cantor e palhaço José Bezerra. Aluno de Procópio Ferreira, montou um circo, e saiu pelo interior levando a arte circense e a novidade do teatro. O famoso Circo e Teatro José Bezerra, o Palácio de lona verde.
Depois do espetáculo, vinha o DRAMA, nome de uma pequena peça teatral comandada por José Bezerra. Itabaiana parava esperando a hora do Drama, num tempo sem televisão e sem novelas.
Nunca esqueci a apresentação do monólogo, escrito por Pedro Bloch, "As Mãos de Eurídice", dificílimo, tarefa para os grandes atores, brilhantemente representados por José Bezerra.
O monólogo narra as desventuras do escritor Gumercindo, que decide abandonar a família e fugir com Eurídice, uma jovem bela e ambiciosa. Os dois vão para Mar del Plata, na Argentina. Ele a cobre de jóias e presentes caros, e ela, por sua vez, torra a fortuna do amante em cassinos, acabando por levá-lo à ruína financeira.
Como mágico, a maior façanha de José Bezerra era a colocação de uma mulher no espaço, solta, sem nenhum fio escondido. Eu enchia os bolsos de limões, na crença que chupando-se limão, eu poderia desvendar os segredos da mágica. O limão cortava os poderes do feiticeiro.
Depois de Zé Bezerra, Circo para mim perdeu a graça, parecem muito previsíveis.
Texto replicado do grupo ITABAIANA CULTURAL
segunda-feira, 18 de maio de 2015
O sino mágico!
Quando passei no vestibular e fui estudar na UFS (Universidade Federal de Sergipe) existia e ainda existe um sino logo na entrada da cidade. Embora passasse pelos menos uma vez por semana no local, nunca tinha prestado atenção nos detalhes e sequer sabia quem tinha colocado naquele local.
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| Foto conseguida no Grupo Itabaiana Grande (FAcebook) |
O sino não é mágico pelo fato de não ser notado por parte dos transeuntes do local. Era invisível pelo fato das pessoas se acostumarem passar no local, cotidianamente, que nem prestavam atenção no mesmo. Embora soubesse da existência, só recentemente percebi que é uma obra do Rotary Club de Itabaiana.
Na década de oitenta, era comum o grande número de ceboleiros estudando na UFS. O ponto de encontro comum na universidade era o restaurante. Na hora do almoço, os que iam ficar para as aulas a tarde, os que iam para o trabalho
terça-feira, 12 de maio de 2015
O CARTÃO POSTAL
Sempre que visitamos alguma cidade, uma das coisas que olharmos é a entrada principal da cidade. Mas estranhamente a grande maioria das cidades descuidam de sua(s) entradas e muitas tem pelo menos a preocupação de montar alguma coisa dando as boas vindas as que estão chegando de visita e desejando boa viagem aos que estão saindo. Em muitos casos, a entrada da cidade, é o cartão postal principal da cidade..
Quando visito minha terra natal, fico feliz que finalmente as autoridades e munícipes resolveram colocar uma entrada digna para a cidade e com um cartão postal mais digno.
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| Pórtico na atual entrada da cidade, mas que já não tão entrada da cidade. Quando os visitante chega, a esse local, já percorreu mais de um quilômetro de área urbana. |
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Os Abandonos das Escolas Públicas
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| Escola Mun. Sebrão Sobrinho Povoado Mundo Novo Itabaiana - Sergipe |
Como eram as Escolas Públicas
O que vou descriminar aqui é a minha experiência de vida, ocorrida no Estado de Sergipe e não uma pesquisa científica efetuada para tal.
Na década de sessenta as escolas, principalmente da Zona Rural, eram geralmente escolas com duas salas de aula e que normalmente só funcionava uma sala de aula. Era raro o funcionamento destas escolas com duas salas de aulas
Na década de sessenta as escolas, principalmente da Zona Rural, eram geralmente escolas com duas salas de aula e que normalmente só funcionava uma sala de aula. Era raro o funcionamento destas escolas com duas salas de aulas
.
Já
nas áreas urbanas, as escolas já tinham uma estrutura semelhante ao que
conhecemos hoje, tinham várias salas de aulas, diretoria e geralmente
mais de um professor/a. A
distribuição dos alunos nas escolas urbanas eram feitas por séries,
idade e sexo. Já nas escolas Rurais não existiam essa distribuição, até
por que os alunos ficavam todos em uma única sala e com uma única
professora.
Uma
particularidade da época era como os professores eram contratados
(ainda não existia a figura do Concurso Público). Os professores eram
contratados
domingo, 29 de março de 2015
Antigas profissões do cebolas XIII - Os Funileiros
No decorrer da história da humanidade existiu e ainda existem várias profissões. Umas existem desde os tempos remotos até os dias atuais e outras apareceram e desapareceram de acordo com a necessidade.
Uma profissão (não reconhecida pelo Estado) muito importante na sociedade no início do século passado era a de Funileiro. O nome da profissão já nos induz que ele fabricava FUNIL. Na realidade, o funil era o produto mais procurado e fabricado por este profissional. Mas ele fabricava além do funil: candeeiro, ralador, latas (geralmente para o transporte de água), bicas, ratoeiras, brinquedos, etc.Eram verdadeiros artesões a serviço da comunidade..
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