sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Os cebolas, os tanques e as lagoas IV

Lagoa na praça de eventos


Quando tinha meus sete anos de idade, eu costumava ir até a casa da madrinha da minha mãe. Ela morava no Povoado São Luiz, que hoje é um bairro! Onde hoje fica localizado o Campo do Itabaiana (Estádio Presidente Médici) e a Praça de Eventos era uma grande terreno coberto por uma imensidão de areia branca. Toda a praça era utilizada como campos de peladas. Nesta época, no lado onde oeste da praça, existia uma lagoa! Não era uma lagoa grande, mas existia e com um pequeno pé de mangueira bem as margens.

Como naquela época minha mãe não me deixava ir até o outro lado da cidade, oposto de onde morávamos, não cheguei ver o aterro desta lagoa. Acredito que tenha sido aterrada com a construção do Estádio Presidente Médici.

Utilidade da praça

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Os Cebolas, os Tanques e as lagoas III

Lagoa dos juncos


No ano de 1971 (século XX) estudava a quinta séria ginasial no CEMB (Colégio Estadual Murilo Braga). Neste ano, um dos trechos que ficava no caminho para escola era passar pela frente do Cemitério almas de Itabaiana e atravessava o que deveria ser no futuro a Praça e que nunca se tornou uma praça!

A futura Praça 

O terreno (um grande alagado), que deveria ser praça, acabou sendo doado a Associação Atlética de Itabaiana! Mas mesmo assim, o terreno que deveria ser a Associação Atlética de Itabaiana não foi totalmente ocupado pelo clube. Grande parte foi vendido para construção de casa residenciais e comerciais. Uma das primeiras casa residenciais, a serem construídas, foi a do dentista Dr. Ueliton e umas das primeiras casas comercias foi o prédio dos correios. 

domingo, 29 de junho de 2014

Os Cebolas, os Tanques e as lagoas II

O Açude Novo


Quando garoto, só existiam dois açudes públicos na cidade de Itabaiana - SE. Em decorrência, as pessoas se reportavam como Açude Velho e Açude Novo. Claro que é uma nominação mais fácil do que se chamar pelo nome. Alias, até hoje nunca soube o nome verdadeiro do Açude Velho!

O Açude Novo tem oficialmente o nome de Açude da Macela. No local, onde foi construído a represa (nos chamávamos Barragem), era comum a existência de uma planta com o mesmo nome.

Foto tirada neste século (Juares Gois). Mas olhando, desta perspectiva,
 não  se nota a diferença em comparação com tempos passados!
Lembro até hoje a primeira vez que fui ao Açude Novo. Meu pai gostava de vez em quando fazer uma pescaria e nesse dia sem mais nem menos me levou junto. Fez uma vara de pescar para eu ficar pegando piabas! O açude estava cheio e a água ainda não era tão poluída. Neta época ainda não existia as famosas tilápias. Os peixes comuns eram: jundiá, piabas, corrós e o preferido para captura eram as Traíras.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O Cadeado !

Quando comprei meu primeiro carro era o orgulho em pessoa. Todo final de semana não deixa passar o banho e limpeza. Um chevett com dez anos de uso!

Todo sábado a tarde, lá estava eu orgulhoso lavando o carro. Passando um xampu. Nesta época, morava em um condomínio construído pela antiga Companhia de Habitação (COHAB), não existia o muro separando os prédios da rua e nem separando os prédios entre si. Era possível ver os moradores dos prédios vizinhos lavando os carros e motos. Podiam-se ver os peladeiros em atividade no campo ao lado do condomínio.

Terminado o trabalho de limpeza, coloquei o carro dentro da garagem e foi que percebi que o cadeado da garagem tinha sido roubado!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Os Cebolas, os Tanques e as lagoas I

O Tanque do Povo


Quando entrei na escola fui repreendido algumas vezes, pelas minhas professoras, por que sempre me dirigia às lagoas como tanques! O interessante é como incorporei o vocabulário e nunca deixei de usá-lo.

Quando criança, minha mãe sempre me levava para a feira. Não lembro a primeira feira que fui e certamente devo ter ido à feira muito antes das lembranças que tenho do que é uma feira (quando nasci meu pai e minha mãe já vendiam na feira).

A primeira lembrança que tenho da feira (em Itabaiana - SE) foi em uma época de São João. No período de festas juninas sempre colocávamos uma banca (barraca) para venda de fogos de São João (Fogos de Artifício). Os fogos eram meu próprio pai quem os fabricava. Naquela época as barracas de fogos eram colocadas em frente a antiga Casa de Força (onde ficava a termelétrica que gerava energia para a cidade). Não sabia que era uma casa de força pelo motivo das pessoas nunca informarem, nem mesmo na escola, e o termo termelétrica só fui ter conhecimento de quando já estava estudando na universidade!