quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Os Cebolas, os tanques e as lagoas VIII

As lagoas da Rua Dr. Hunaldo Cardoso


Na rua Dr. Hunaldo Cardoso (atualmente Rua José Mesquita), eu residi em três casa e nesta época existiam duas lagoas que no período do inverno desaguavam e parte da água invadiam a parte lateral da rua. Uma das lagoas ficava na propriedade da Família Barbosa e a outra em terreno pertencente a prefeitura, no encontro com a Rua Miguel Teixeira.

Quando se passa pela atual Rua José Silveira Mesquitas as pessoas da geração atual nem imagina que bem em frente onde residia o Sr. Zeca Mesquita existia uma lagoa. Hoje não existe nem a lagoa e nem a casa do Sr. José Mesquita!!!
Uma das lagoas ficava do lados esquerdo na propriedade da Família Barbosa.
No lado direito era onde ficava a Residência do Sr José Mesquita.
Ambas as lagoas tinham a água poluída e não serviam para consumo humano. A água, no terreno da família Barbosa, era utilizada como bebedouro para algumas ovelhas e uma vez ou outra se lavava (raramente) roupas. As vezes utilizávamos esta lagoa para tomar banho, na realidade não era bem banho, mas o banho era pretesto para brincar de pegar, isso mesmo, brincar de pegar dentro dágua! Fazíamos essa brincadeira não somente nesta lagoa, mas em outras, só que em área rurais, no Povoado Lagamar e Povoado Batula.

Mas fiz muitas pescarias e conseguir pescar algumas traíras justamente nesta lagoa.. Pra falar a verdade, a maior traíra que conseguir pescar foi justamente nesta lagoa. Ao conseguir capturar, o referido peixe, sair em desfile descendo a rua para minha casa. O orgulho em pessoa! Chegando em casa, coloquei a traíra no pátio e fui apanhar o limão para limpeza. Quando voltei, foi que percebi, que o peixe tinha sumido! o Gato comeu!! (esse fato também está descrito na parte de lagoas escondidas).

A outra lagoa ficava no encontro da Rua Miguel Teixeria com Rua Dr. Hunaldo Cardoso. Era praticamente do mesmo tamanho da anterior, mas não era cercada e não tinha a mesma profundidade. Ficava no terreno ao lado da rua e quando ficava cheia parte da água invadia a rua. Tinha um grande pé de quixabeira bem as margens.
Existia uma lagoa na rua a direita, onde está estacionado o carro.
Hoje ocuparia parte da rua e parte a esquerda onde ficam as casas.
Seguindo a rua a esquerda existia grandes blocos de pedras.
A primeira lagoa, no terreno da Família Barbosa, foi aterrada com terra e no local foram construídas algumas casas e a segunda foi aterrada em sua grande maioria por lixo e entulho das casa próximas.